
Há uma história que pulsa em meu peito, mangas vermelhas em todas as verdades corrompidas e juramentos extraviados. Há sempre um instante que andamos à beira de um precipício. Estive cansada de insinceramente, agradar a ouvidos, não preciso de perfeitas mentiras além de mim mesma. Meu coração aos poucos confessa os segredos, que não se amedrontam, em saber que surgiram críticas que faram meu coração continuar a sangra, já que ele sobrevive disso.
As vezes sinto-me tocando em estrelas, elas são gigantescas e brilhantes. Perto delas todo pesar flue em linha reta, por entre meus dedos. Consumindo todos os segredos, desfazendo toda auto defraudação. Eu não preciso de mentiras pra mim mesma, e não há objetos que eu possa culpar. Então somente digaso-me o que preciso,diga o que seu coração sinta.
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